10 de janeiro
21h30
Auditório - Cineteatro António Lamoso
A história começa quando, aos 13 anos, Luís Represas compra a sua primeira guitarra. Em 2026, numa celebração recheada de emoção, memoórias e a autenticidade, o artista assinala meio século de carreira com espetáculos únicos, revisitando grandes clássicos do seu percurso a solo e do tempo em que integrou os Trovante.
21h30
Igreja Românica de S. Tiago de Rio Meão
A caneta de Bia Maria abre um diário de cores, texturas e dissabores. Convocando melodias do fado, pop, bossa nova e canto popular, cria uma sonoridade simultaneamente terrosa e sonhadora. Padroeira do ato de “escreviver”, no álbum de estreia procura “honrar o canto como expressão, como arma e como abraço”.
Centro de Cultura e Recreio do Orfeão da Feira
20 de janeiro
21h30
Cineteatro António Lamoso
Quem nunca sentiu uma aflição? Todos passámos por elas — intensas, inesperadas, criadas por nós ou impostas pela vida. As piores são as que teimam em durar. Mas nenhuma é eterna: as antigas já partiram e as futuras ainda não chegaram. Por isso, ri. Rir será sempre a melhor decisão perante qualquer aflição.
21h30
Casa do Povo - Santa Maria da Feira
Combinando música alternativa com ritmos de rock e disco, o quarteto - uma das bandas emergentes do indie português - apresenta os seus primeiros temas originais. Prometendo envolver o público numa atmosfera enérgica e cúmplice, o concerto destaca momentos como o single de estreia “Senti Sim”.
24 de janeiro
21h30
Cineteatro António Lamoso
Inspirada na tradição das Fogaceiras, a estreia da nova canção dos Daguida marca a celebração do aniversário da banda feirense, nascida na noite de 19 para 20 de janeiro de 2000. O espetáculo conta com a participação de músicos da Academia de Música de Paços de Brandão, Banda de Música de Arrifana, Associação Musical Oleirense e Tuna Esperança de Santa Maria de Lamas.
28 de janeiro
21h30
Teatro A Flor de Aldriz - Argoncilhe
Inspirado no mais recente trabalho da dupla, este espetáculo homónimo integra o público numa experiência musical e visual que suspende o tempo, permitindo olhar passado e futuro como num espelho. Num presente libertador, o que já foi mistura-se com o que virá, abrindo espaço à descoberta de novas perceções.